Movimento ondulatório
ONDULATÓRIO
Classificação das ondas:
* UNIDIMENSIONAL: se propaga ao longo de uma única dimensão (em uma única direção num plano)
* BIDIMENSIONAL: se propaga ao longo de uma superfície (em várias direções em um plano)
* TRIDIMENSIONAL: se propaga no espaço, portanto nas três dimensões.
Natureza das ondas:
* MECÂNICA: produzida pela deformação de um meio material.
( Ex.: onda na superfície da água, ondas sonoras, etc. )
*ELETROMAGNÉTICA: : produzida por cargas elétricas oscilantes.
( Ex.: ondas luminosas, raio X, etc. )
Formato das ondas:
As ondas podem ser transversais ou longitudinais.
Quando você vibra a extremidade de uma corda esticada, você produz ondas transversais na corda. Isto é, as partes da corda vibram para os lados, em ângulo reto com a direção na qual viajam as ondas. Numa onda transversal, as partículas vibram em direções perpendiculares àquela em que se propaga a onda.
Algumas vezes, as partículas, numa onda, vibram na mesma direção que aquela que se propaga a onda. Neste caso, a chamamos uma onda longitudinal, que também propaga-se através do ar ( através de suas moléculas ).
ELEMENTOS DE UMA ONDA PERIÓDICA
AMPLITUDE -
Algumas vezes , as ondas de água sobre o oceano têm alguns metros de altura , mas numa bacia , são pequenas . Por amplitude de uma onda entendemos a altura de sua crista em relação ao nível médio , isto é, a maior ditância através da qual se mova a onda
FREQÜÊNCIA-
Supondo que você esteja numa conoa amarrada a um cais e que as ondas elevem e abaixem a canoa rapidamente. A freqüência é o número de ondas que passam pela canoa a cada segundo. As ondas sonoras tem freqúência compreendidas entre 20 e 20.000 vibrações por segundo.As freqüências das ondas luminosassão bilhões de vibrações por segundo.
COMPRIMENTO -
Representa a distância entre duas cristas ou dois vales (ou dois pontos consecutivos) de uma onda que vibra em fase.
PERÍODO-
Intervalo de tempo necessário para que um perfil de onda completo passe diante do observador (ou do referencial escolhido). É o tempo de uma oscilação completa.
PEQUENO MANUAL DAS ONDAS
Onda - fís. Perturbação periódica mediante a qual pode haver transporte de energia de um ponto a outro de um material ou do espaço vazio.
As vibrações dos corpos materiais são movimentos que freqüentemente encontramos na natureza.
São as vibrações que produzem os movimentos ondulatórios de diversos tipos, constituindo as ondas que podemos perceber ao se propagarem no ar, na água, em uma mola, etc. É uma perturbação que se propaga à distância, permitindo o transporte de energia sem que haja transporte de matéria.
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS
São determinadas pela variação de campo elétrico ou de campo magmético. Podem se propagar no vácuo. Neste meio, a velocidedade propagação das ondas eletromagnéticas é máxima e vale 300.000Km/h. Nos meios materiais, as ondas eletromagnéticas se propagam com velocidades inferiores a esse valor.
Exemplos: Ondas de rádio, televisão, radar,micro-ondas raios infravermelhos , raios ultravioletas, RAIOS-X , raios cósmicos.
ONDAS SONORAS
Onda originada pela vibração de um corpo capaz de ser percebida pelo ouvido humano . Também chamada de onda acústica.
Podem ser:
*ondas transversais
* ondas longitudinais
SOM
A sensação sonora , ou seja , o som é estimulado em nossos ouvidos por uma onda longitudinal cuja frequência está compreendida aproximadamente , entre 20 Hz e 20000 Hz .
Ondas com frequência menores que 20 Hz ou maiores que 20000 Hz não estimulam o ouvido humano.
Uma onda sonora tem sempre sua origem em um corpo material.
*INFRA-SOM - onda com frequência menor que 20 Hz - ex. os elefantes e os pombos-correio podem perceber estes sons.
*ULTRA-SOM - onda com frequência maior que 20000Hz - ex. cachorros e morcegos podem perceber estes sons.
CURIOSIDADES-
SONAR é um dispositivo usado em submarinos e navios, para localizar objetos, emitindo ultra-sons e recebendo a onda refletida pelo objeto.
As ULTRASONOGRAFIASe as ESCOCARDIOGRAFIAS emitem ultra-sons e recebem a sua reflexão.
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Materiais Poliméricos
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Ligação iônica
A formação de um composto iônico
A energia de ionização e a afinidade eletrônica são estabelecidas partindo de átomos isolados, no estado gasoso. No entanto, os processos que envolvem a formação de íons gasosos geralmente não são encontrados. Assim, vamos considerar a formação de cloreto de bário a partir dos estados físicos em que as substâncias bário e cloro são normalmente encontradas. Os processos envolvidos podem ser sintetizados num esquema denominado ciclo de Born-Haber.
A etapa em que se cristaliza o cloreto de bário é altamente exotérmica, e a energia reticular liberada (DHUo) constitui a força motriz responsável pela formação de BaCl2sólido a partir de seus elementos no estado natural.
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Ligação covalente
Veja alguns exemplos:
As diferentes cores usadas para os elétrons de cada átomo acima são importantes para indicar a origem dos elétrons na ligação, isto é, a qual átomo pertence cada elétron do par. A estrutura de Lewis procura mostrar a validade da chamada regra do octeto, que diz que os átomos tendem a se estabilizar completando sua camada de valência com oito elétrons, assemelhando-se à configuração eletrônica de um gás nobre. Tal regra pode ser útil para explicar a formação dos compostos de elementos representativos, mas não se aplica aos elementos de transição. Entretanto, mesmo no grupo de compostos de elementos representativos, existem diversos casos que não seguem a regra do octeto.
Por exemplo, considerando a molécula PCl5, na qual o átomo de fósforo é ligado por covalência a cinco átomos de cloro. O número total de elétrons de valência para o fósforo nesse caso é 10, e não 8, como previa a regra do octeto. Os orbitais ocupados pelos cinco pares são o orbital 3s, os orbitais 3p e um orbital 3d. Nesse caso, dizemos que a camada de valência se expandiu, de maneira a acomodar os cinco pares de elétrons. Essa expansão só é possível em átomos que possuem orbitais nd ou (n-1)d que podem ser usados além dos orbitais ns e np. A camada de valência dos elementos do primeiro e segundo períodos não pode ser expandida, porque não existem 1d e 2d e os orbitais 3d não são disponíveis, pois apresentam energia muito alta.
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LEI DE DALTON
"Em uma mistura gasosa, a pressão de cada componente é independente da pressão dos demais, a pressão total ( P) é igual à soma das pressões parciais dos componentes".
Pt = P1+ P2 + ... + Pn
Exemplo: Sabemos que o ar atmosférico é composto essencialmente, na prática, de 78,8% de Nitrogênio e de 20,95% de oxigênio. Assim sendo, e aplicando-se a Lei de Dalton, podemos dizer que a expressão total do ar atmosférico, 760 mmHg ao nível do mar, é representada em seu 1/5 pela pressão parcial de oxigênio. Então podemos dizer que.
Pt (760 mmHg) = Tp O2 (1/5 de 760 »150) + Tp N2 (4/5 de 760 » 593)
Resumindo: A tensão parcial de O2 ao nível do mar é 152 mmHg e a tensão parcial do N2 ao mesmo nível é de 608 mmHg.
SIGNIFICAÇÃO FISIOLÓGICA: Esta lei explica que, embora a percentagem de oxigênio do ar permaneça constante em todas as altitudes razoáveis, a deficiência de oxigênio se instala como uma decorrência da queda da tensão parcial do oxigênio em razão direta da queda da pressão atmosférica. Diminuindo a tensão parcial de O2 no ar ambiente, diminui também o ar alveolar e consequentemente, sobrevêm a hipóxia.
(Fp O2) PO2 = 20,95% x 513 mmHg = 109,56 mmHg
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Impulso de uma força
O impulso ( I ) de uma força constante é uma grandeza vetorial que possui a mesma direção e o mesmo sentido da força bem como a intensidade igual ao produto da intensidade da força pelo intervalode tempo em que ela atua. Veja o esquema.
Sentido o mesmo de F
Teorema do Impulso
Numa partícula que descreve o movimento retilíneo uniformemente ariado , é fácil verificar que a variação da quantidade de movimento é medida pelo impulso produzido pela força resultante.
Agora vamos desenvolver o Teorema do Impulso , aqui aplicado apenas no caso de movimentos de partículas ele é aplicável a qualquer tipo de movimento , como acontece em cursos mais avançados de física.
De acordo com a segunda lei de Newton
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Impulso
Com certeza você já chutou ou arremessou uma bola. Jogando tênis, futebol, sinuca, boliche, etc. Todos esses jogos envolvem o movimento de objetos a partir da ação da mão, do pé ou de um equipamento apropriado, como o taco de sinuca. O contato põe a bola em movimento, muda sua trajetória, aumenta ou diminui sua velocidade. Dois fatores contribuem para o efeito produzido: a força aplicada e o tempo de sua aplicação.
No momento do saque, um jogador de vôlei exerce uma força sobre a bola e a coloca em movimento. A bola interage com a mão do jogador durante um tempo extremamente curto, da ordem de centésimos de segundo, mas como a intensidade da força é bastante grande, o impulso produzido é suficiente para que a bola parta com grande velocidade.
Fisicamente, o impulso é definido como o produto entre a força aplicada num objeto e o intervalo de tempo de sua atuação.
Quando uma pessoa precisa empurrar um carro para faze-lo "pegar", porque está com a bateria descarregada, precisa exercer uma força constante durante certo tempo até que o carro atinja uma velocidade suficiente. Se duas pessoas empurrarem o mesmo carro, a velocidade necessária para "pegar" será alcançada na metade do tempo. Se forem três pessoas, o tempo se reduz a um terço.
Quando desejamos fazer com que um carro atinja uma certa velocidade, precisamos aplicar-lhe uma força durante algum tempo. Se aumentarmos a força, podemos abreviar o tempo e, vice-versa, diminuindo o valor da força é preciso aplicá-la durante um tempo maior.
O que realmente importa, para se fazer um corpo atingir uma certa velocidade, é o produto da força pelo tempo; ou seja, o impulso.
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A História da Tabela Periódica
Um pré-requisito necessário para construção da tabela periódica, foi a descoberta individual dos elementos químicos. Embora os elementos, tais como ouro (Au), prata (Ag), Estanho (Sn), cobre (Cu), chumbo (Pb) e mercúrio (Hg) fossem conhecidos desde a antigüidade. A primeira descoberta científica de um elemento, ocorreu em 1669, quando o alquimista Henning Brand descobriu o fósforo.
Durante os 200 anos seguintes, um grande volume de conhecimento relativo às propriedades dos elementos e seus compostos, foram adquiridos pelos químicos. Com o aumento do número de elementos descobertos, os cientistas iniciaram a investigação de modelos para reconhecer as propriedades e desenvolver esquemas de classificação.
A primeira classificação, foi a divisão dos elementos em metais e não-metais. Isso possibilitou a antecipação das propriedades de outros elementos, determinando assim, se seriam ou não metálicos.
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A primeira tentativa
A lista de elementos químicos, que tinham suas massas atômicas conhecidas, foi preparada por John Dalton no início do século XIX. Muitas das massas atômicas adotadas por Dalton, estavam longe dos valores atuais, devido a ocorrência de erros. Os erros foram corrigidos por outros cientistas, e o desenvolvimento de tabelas dos elementos e suas massas atômicas, centralizaram o estudo sistemático da química.
Os elementos não estavam listados em qualquer arranjo ou modelo periódico, mas simplesmente ordenados em ordem crescente de massa atômica, cada um com suas propriedades e seus compostos.
Os químicos, ao estudar essa lista, concluíram que ela não estava muito clara. Os elementos cloro, bromo e iodo, que tinham propriedades químicas
semelhantes, tinham suas massas atômicas muito separadas.
Em 1829, Johann W. Boebereiner teve a primeira idéia, com sucesso parcial, de agrupar os elementos em três - ou tríades. Essas tríades também estavam separadas pelas massas atômicas, mas com propriedades químicas muito semelhantes.
A massa atômica do elemento central da tríade, era supostamente a média das massas atômicas do primeiro e terceiro membros. Lamentavelmente, muitos dos metais não podiam ser agrupados em tríades. Os elementos cloro, bromo e iodo eram uma tríade, lítio, sódio e potássio formavam outra.
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A segunda tentativa
Um segundo modelo,foi sugerido em 1864 pôr John A.R. Newlands (professor de química no City College em Londres). Sugerindo que os elementos, poderiam ser arranjados num modelo periódico de oitavas, ou grupos de oito, na ordem crescente de suas massas atômicas.
Este modelo, colocou o elemento lítio, sódio e potássio juntos. Esquecendo o grupo dos elementos cloro, bromo e iodo, e os metais comuns como o ferro e o cobre. A idéia de Newlands, foi ridicularizada pela analogia com os sete intervalos da escala musical. A Chemical Society recusou a publicação do seu trabalho periódico (Journal of the Chemical Society).
Nenhuma regra numérica, foi encontrada para que se pudesse organizar completamente os elementos químicos numa forma consistente, com as propriedades químicas e suas massas atômicas.
A base teórica na qual os elementos químicos estão arranjados atualmente - número atômico e teoria quântica - era desconhecida naquela época e permaneceu assim pôr várias décadas.
A organização da tabela periódica, foi desenvolvida não teoricamente, mas com base na observação química de seus compostos, pôr Dimitri Ivanovich Mendeleev.
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A Tabela Periódica, segundo Mendeleev
Dimitri Ivanovich Mendeleev (1834 –1907) nasceu na Sibéria, sendo o mais novo de dezessete irmãos. Mendeleev foi educado em St. Petersburg, e posteriormente na França e Alemanha. Conseguiu o cargo de professor de química na Universidade de St. Petersburg. Escreveu um livro de química orgânica em 1861.
Em 1869, enquanto escrevia seu livro de química inorgânica, organizou os elementos na forma da tabela periódica atual. Mendeleev criou uma carta para cada um dos 63 elementos conhecidos. Cada carta continha o símbolo do elemento, a massa atômica e suas propriedades químicas e físicas. Colocando as cartas em uma mesa, organizou-as em ordem crescente de suas massas atômicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Formou-se então a tabela periódica.
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A descoberta do número atômico
Em 1913, o cientista britânico Henry Mosseley descobriu que o número de prótons no núcleo de um determinado átomo, era sempre o mesmo. Mosseley usou essa idéia para o número atômico de cada átomo. Quando os átomos foram arranjados de acordo com o aumento do número atômico, os problemas existentes na tabela de Mendeleev desapareceram.
Devido ao trabalho de Mosseley, a tabela periódica moderna esta baseada no número atômico dos elementos.
A tabela atual se difere bastante da de Mendeleev. Com o passar do tempo, os químicos foram melhorando a tabela periódica moderna, aplicando novos dados, como as descobertas de novos elementos ou um número mais preciso na massa atômica, e rearranjando os existentes, sempre em função dos conceitos originais.
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As últimas modificações
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A última maior troca na tabela periódica, resultou do trabalho de Glenn Seaborg, na década de 50. À partir da descoberta do plutônio em 1940, Seaborg descobriu todos os elementos transurânicos ( do número atômico 94 até 102). Reconfigurou a tabela periódica colocando a série dos actnídeos abaixo da série dos lantanídeos.
Em 1951, Seaborg recebeu o Prêmio Nobel em química, pelo seu trabalho. O elemento 106 tabela periódica é chamado seabórgio, em sua homenagem.
O sistema de numeração dos grupos da tabela periódica, usados atualmente, são recomendados pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC). A numeração é feita em algarismos arábicos de 1 à 18, começando a numeração da esquerda para a direita, sendo o grupo 1, o dos metais alcalinos e o 18, o dos gases nobres.
Entendendo a Tabela Periódica
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A tabela periódica mostra a semelhança entre dois ou mais elementos. Se observarmos as propriedades dos elementos, notamos a semelhança entre algumas. Essas semelhanças se repetem em intervalos, sempre relacionados ao número atômico.
Observe o grupo 2 da tabela periódica:
Observe o grupo 2 da tabela periódica:
Noatômico Elemento Configuração eletrônica
2 He 2s2
4 Be [He].2s2
12 Mg [Ne].3s2
20 Ca [Ar].4s2
38 Sr [Kr].5s2
56 Ba [Xe].6s2
88 Ra [Rn].7s2
Temos no grupo 2, a unidade de repetição s2em intervalos regulares, à medida que o número atômico dos elementos vai aumentando. Podemos observar que as configurações eletrônicas desses elementos são semelhantes, o que os leva a serem quimicamente semelhantes.
A Lei Periódica
"As propriedades físicas e químicas dos elementos, são funções periódicas de seus números atômicos".
Na tabela, os elementos estão arranjados horizontalmente, em seqüência numérica, de acordo com seus números atômicos, resultando o aparecimento de sete linhas horizontais (ou períodos).
Cada período, à exceção do primeiro, começa com um metal e termina com um gás nobre. Os períodos diferem em comprimento, variando de 2 elementos, no mais curto, à 32 elementos no mais longo.
São formadas as linhas verticais dos elementos pelas estruturas similares da camada externa (como no exemplo do grupo 2). Estas colunas são denominadas grupos. Em alguns deles, os elementos estão relacionados tão intimamente em suas propriedades, que são denominados de famílias (o grupo 2 é a família dos metais alcalinos terrosos).
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Os Semi-Metais
A diagonal de elementos, que se inicia no boro (grupo 13), passando pelo silício (grupo 14), germânio (grupo 14), arsênio (grupo 15), antimônio (grupo 15), telúrio (grupo 16) e polônio (grupo 16); separa os elementos a direita em não-metais, e a esquerda em os metálicos.
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Hidrogênio
Alguns autores, consideram a sua posição, como pertencendo ao grupo 1, por apresentar algumas semelhanças com os metais alcalinos. Outros, colocaram-no como se pertence-se ao grupo 17, devido a formação do íon H+ (hidretos).O elemento encontra-se isolado em algumas tabelas periódicas, não estando situado em nenhum grupo.
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Os Grupos
Grupo 1 – Hidrogênio e Metais alcalinos
(Hidrogênio, lítio, sódio, potássio, rubídio, césio e frâncio)
(Hidrogênio, lítio, sódio, potássio, rubídio, césio e frâncio)
Os elementos do grupo 1 são caracterizados pela configuração eletrônica da camada de valência, ns1. Todos ocorrem como íons +1.
Com exceção do hidrogênio, todos são metais e não são encontrados livres na natureza. Reagem com quase todos os metais.
Eles são chamados de metais alcalinos, porque reagem com a água, formando hidróxidos (MOH, M= metal alcalino), chamados comumente de álcali.
Os átomos de hidrogênio são os mais simples, de todos os elementos químicos. Ele é formado por duas partículas subatômicas: um próton e um elétron.
Apesar de possuir a mesma configuração eletrônica da camada de valência dos elementos do grupo 1, ns1, o hidrogênio é um não metal. No estado elementar é encontrado como moléculas diatômicas (H2).
Grupo 2 – Metais alcalinos terrosos
(berílio, magnésio, cálcio, estrôncio, bário e rádio)
(berílio, magnésio, cálcio, estrôncio, bário e rádio)
Os elementos do grupo 2 são caracterizados pela configuração eletrônica da camada de valência ns2. Onde n é o número quântico principal (número do período); formam compostos no estado de oxidação +2, como por exemplo o óxido de cálcio – CaO.
O termo "terrosos" no nome do grupo é da época da alquimia, onde os alquimistas medievais, chamavam as substâncias que não se fundiam e não sofriam transformações com o calor (com os meios de aquecimento da época), de "terrosos".
Esses elementos, são metais e apresentam uma alta reatividade para ocorrerem livres na natureza. Ocorrem sob a forma de compostos, como cátions +2.
Grupos 3 à 12 – Os Elementos de Transição
O grande bloco dos elementos da parte central da tabela periódica, é uma ponte entre os elementos do bloco s (grupos 1 e 2) e os elementos do bloco p (grupos 13 à 18).
As três primeiras linhas (Sc à Zn, Y à Cd e La à Hg), são geralmente chamados de elementos de transição ou metais de transição.
Todos esses elementos possuem o subnível d, entre seus elétrons de valência, por isso também chamados de "elementos do bloco d".
Os elementos colocados na tabela periódica entre o lantânio (La) e o háfnio, e entre o actíneo e o elemento 112 são chamados de lantanídeos (série dos lantanídeos) e actinídeos (série dos actinídeos), respectivamente. Todos esses elementos possuem o subnível f, entre seus elétrons de valência, por isso também chamados de "elementos do bloco f".
Os Transférmicos
Os elementos conhecidos à partir do 101 até o 112, chamados de "elementos Transférmicos"(devido ao férmio, elemento de número atômico 100), tiveram seus nomes revisados em fevereiro de 1997, pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC). Esses elementos não ocorrem na natureza, foram produzidos artificialmente, em laboratórios, usando reações nucleares controladas.
Grupo 13 - Família do Boro
(boro, alumínio, gálio, indio e tálio)
(boro, alumínio, gálio, indio e tálio)
O grupo 13 é o primeiro grupo do bloco p. Seus membros possuem a configuração da camada de valência, ns2 np1, podemos esperar um número de oxidação +3 para seus elementos. Com exceção do boro, que é um metalóide, todos os elementos do grupo são metais.
Grupo 14 - Família do carbono
(carbono, silício, germânio, estanho e chumbo)
(carbono, silício, germânio, estanho e chumbo)
Os elementos do grupo 14 são caracterizados pela configuração da camada de valência ns2 np2. Tem como primeiro elemento, o carbono, o mais importante elemento para os seres vivos, seguido pelo silício, que é um dos elementos fundamentais para a tecnologia moderna.
O carbono é o único elemento da tabela periódica que forma mais de 1.000.000 de compostos e tem seu próprio ramo da química, a chamada química orgânica.
O carbono é distintamente um não metal, silício e germânio são metalóides e estanho e chumbo são metais.
Grupo 15 - Família do Nitrogênio
(nitrogênio, fósforo, arsênio, antimônio e bismuto)
(nitrogênio, fósforo, arsênio, antimônio e bismuto)
Eles são caracterizados pela configuração eletrônica ns2np3 da sua camada de valência. Esta configuração dá aos elementos, uma variação no número de oxidação de -3 à +5.
O nitrogênio e o fósforo são não-metais, o arsênio é um metalóide e o antimônio e o bismuto são metais.
Grupo 16 - Família do Oxigênio
(oxigênio, enxofre, selênio, telúrio e polônio)
(oxigênio, enxofre, selênio, telúrio e polônio)
Eles são caracterizados pela configuração eletrônica ns2 np4 da sua camada de valência, e são todos não-metais. Formam compostos com metais e com hidrogênio quando o número de oxidação é –2.
Os números de oxidação +2, +4 e +6 ocorrem quando os elementos do grupo formam compostos com outros elementos do seu próprio grupo, ou com os elementos do grupo 17, os halogêneos.
Grupo 17 - Halogêneos
(Flúor, cloro, bromo, iodo e astato)
(Flúor, cloro, bromo, iodo e astato)
Eles são caracterizados pela configuração eletrônica ns2np5da sua camada de valência. Seus elementos são chamados de halogêneos. Mostra uma regularidade nas propriedades físicas, na eletronegatividade, e nos raios atômicos e iônicos.
O flúor possui algumas propriedades anômalas, tais como: a sua força como agente oxidante e a baixa solubilidade da maioria dos fluoretos.
Grupo 18 - Gases Nobres
(Hélio, neônio, argônio, criptônio, xenômio e radônio)
(Hélio, neônio, argônio, criptônio, xenômio e radônio)
Eles são caracterizados pela configuração eletrônica ns2np6da sua camada mais externa. Têm a camada externa totalmente preenchida de elétrons. Isso os torna elementos quimicamente inertes.
Estes elementos são encontrados na natureza como gases monoatômicos, não reativos. Entretanto, o primeiro composto do gás nobre, foi produzido a partir de uma mistura de xenônio com flúor, em temperatura elevada. O radônio (Rn) é um gás radioativo.
FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão (ANO 2000 - 2003)
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Hidrostática
( Equilíbrio Estático dos Líquidos )
Hidrostática é a parte da física que estuda os líquidos em equilíbrio.
Um líquido encontra-se em equilíbrio quando sua aceleração é nula; portanto , um líquido está em equilíbrio quando estiver em repouso ou em movimento retilíneo uniforme.
Pressão
Densidade Absoluta
Densidade absoluta ou massa específica e a razão entre a massa e o volume de um corpo. Quando falamos de densidade absoluta estamos relacionando uma porção compacta de uma substância e o volume que ocupa. d = m
Onde d = densidade
m = massa
v = volume
Unidade:
cm³
Densidade Relativa
É a razão enter a densidade absoluta de duas substâncias; a densidade relativa faz uma comparação das densidades de duas substâncias.
d2
Notar que a densidade relativa é um número puro , então não depende do sistema de unidade adotado.
Pressão
Pressão é a razão entre a intensidade da componente normal da força , isto é , intensidade da projeção que fica perpendicular à superfície , e a área desta.


P = Fn
S
Onde,


Fn = Intensidade da componente normal
S = Área
P = F
M²
cm²
Podemos ter pressão em atmosfera , a qual é definida como sendo:
Uma atmosfera é a pressão exercida pelo ar ao nível do mar , a 45º de latitude e
a 0 ºC.
Relações
5 6
1atm = 1,013.10 Pa = 1,013.10 bá
ou aproximadamente
5 6
1atm = 10 Pa = 10 bá
Pressão exercida por uma coluna líquida

Pcol = dgf
s h g = aceleração da gravidade
h = altura da coluna
Notar que a pressão exercida pela coluna só depende da densidade do líquido , da aceleração da gravidade e da altura da coluna. Não depende da forma do recipiente.
Nos dois recipientes temos o mesmo líquido na mesma altura, portanto temos a mesma pressão. h
¨ Coluna de Mercúrio
A pressão de uma atmosfera é a pressão exercida por uma coluna de 760mm de
mercúrio , a 0 ºC. E sob condição normal da gravidade (g= 9,80665m/s²)
1 atm = 760mm de Hg
Teorema de Stevin
Relaciona pressões de dois pontos de uma mesma massa líquida de densidade d ,
que está em repouso sob a ação da gravidade.

h
b
Pb = Pa + dgh
Portanto , pontos de mesma altura da mesma massa líquida têm mesma pressão.
Notar que a pressão em um ponto de profundidade h é:
P = Po + dgh
Onde, Po é a pressão da atmosfera . H
P
Princípio de Arquimedes
Todo corpo totalmente imerso em um fluído em equilíbrio , sob a ação da gravidade, recebe a ação de uma força para cima denominada empuxo de intensidade (E) igual a do peso do fluído deslocado.
E = Pfluído E = dfluído .g.Vd
Onde: E = empuxo
Pfluído = Peso do fluído deslocado
g = aceleração da gravidade
Vd = Volume da porção de fluído deslocado
Dfluído = densidade do fluído
Portanto é possível ocorrer três casos:
¨ A densidade do corpo é maior que a densidade do fluído então o corpo afunda
¨ A densidade do corpo é igual a densidade do fluído, então o corpo fica em equilíbrio e totalmente imerso.
¨ A densidade do corpo é menor que a densidade do fluído , então o corpo flutua.

vd
FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão (ANO 2000 - 2003)
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